Criado em 14 de Fevereiro de 2012

Faça chuva ou faça sol, existe sempre uma atração bacana em Londres

Que tal colocar um pouco de cor aos dias cinzentos e escuros que fazem parte da maior parte do inverno em Londres?

Independentemente de as árvores estarem cobertas pelas cerrações do inverno, as azaleias florescidas na primavera ou os gramados cheio de pessoas fazendo piqueniques no verão, Kew Gardens nunca perde sua magia e encanto.

Em qualquer época do ano, há sempre algo para ver nesses jardins e, mesmo que o inverno seja glacial, a visita às estufas do jardim Botânico pode ser bem agradável.

Abertos em 1759, os Kew Gardens cresceram muito: seus sete acres originais, ocupam agora uma área de 300 acres, onde mais de 33 mil espécies são cultivadas em plantações e estufas.

Sendo assim um dos mais extensos, antigos e importantes jardins botânicos do mundo. Tamanha variedade atrai mais de um milhão de visitantes por ano, que chegam apenas para desfrutar a beleza da paisagem.

Existem quatro entradas para o Jardim Botânico, mas a maioria dos visitantes chega pelo Victoria Gate que é o portão que fica mais perto da estação do metro de Kew Gardens.

Essa também é a entrada que fica mais perto da mais famosa estufa dos jardins: a Palm House.

Ela é uma estrutura curva de vidro e ferro projetada por Decimus Burton no ano de 1840.

A unidade existente no local alimenta a maioria das espécies conhecidas de palmeiras e a impressão que se tem é de estar no meio da floresta amazônica, pois a ideia da estufa é reproduzir o mesmo clima de uma floresta tropical.

No subsolo da Palm House, há um aquário tropical que recria alguns dos elementos essenciais da vida marinha, enfatizando assim a importância das plantas aquáticas no meio ambiente.

Para celebrar o 250th aniversário de Kew Gardens, o histórico jardim de Rosas foi replantado nos fundos da Palm House. Originalmente planejado por William Nesfield, a recriação do jardim foi elaborada conforme o projeto original.

A maior estufa do parque é a Tempest House, com plantas de todos os continentes, inclusive algumas espécies tipicamente brasileiras. Nela, encontra-se a palmeira chilena de 18 metros, uma das maiores cultivadas em ambiente interno no mundo.

O Conservatório que leva o nome da princesa Diana – The Princess of Wales Conservatory – foi encomendado em 1982 para substituir um grupo de 26 prédios menores que estavam em ruínas, dedicado a Princesa Augusta, fundadora de Kew e inaugurado em 1987 por Diana.

Ele é o Conservatório mais complexo em Kew, contendo dez zonas climáticas controladas por computador sob o mesmo teto.

Evidentemente, entre a primavera e outono o passeio é mais agradável, pois durante uma caminhada ao ar livre ou uma paradinha sob a sombra de uma árvore você não corre o risco de congelar.

Porém, se a intenção é sair de casa e dar uma arejada, a ideia não pode ser melhor e opções não faltam em Kew Gardens para manter o visitante aquecido e, de quebra, mais culto.

Ao longo do ano, a agenda de Kew Gardens é repleta de atrações, para conferir o que está rolando e programar a próxima visita, confere o site www.kew.org.

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